- O caso do assalto à ourivesaria de Viana do Castelo/museu do ouro.
- O caso da ponte de Entre-os-rios/Castelo de Paiva.
- O caso Casa Pia/colégio Pina Manique.
- O caso da mulher assassinada. Pediu assistência ao Presidente da Junta para mudar de casa, porque o marido a maltratava mas foi assassinada três dias antes da data da mudança de casa já prometida.
- O caso “Madeleine”.
- O caso dos incêndios ocorridos no verão em “época de incêndios”.
- Todos os casos de pessoas que mataram assassinos e assaltantes em legítima defesa, mas que foram condenados por pôr em causa os direitos humanos.
domingo, 8 de fevereiro de 2009
A justiça em Portugal

Só este título parece ser bastante contraditório nos seus termos. Justiça e Portugal são dois termos altamente contraditórios, são duas palavras que não combinam.
Em Portugal justiça não existe. Bastante curioso, pois ao mesmo tempo o país tem em risco a sua existência. Se há algum aspecto comum entre justiça e Portugal é que a primeira não existe no país e Portugal também está a deixar de existir.
Em Portugal justiça não existe. Bastante curioso, pois ao mesmo tempo o país tem em risco a sua existência. Se há algum aspecto comum entre justiça e Portugal é que a primeira não existe no país e Portugal também está a deixar de existir.
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009
Um caso evidente de idiotia Clínica. A única explicação possível.
Não é necessário ser psiquiatra nem psicólogo para avaliar a seguinte situação sobre a educação em Portugal:
O inefável Secretário de Estado de Educação, (será que estamos a confundir com inducação) Valter Lemos, veio propor que os professores reformados regressassem às escolas para realizar trabalho voluntário não remunerado! Surgiu esta notícia em todos os jornais. Para além do interesse e da originalidade desta ideia visto que como todos sabemos, a grande maioria de professores recentemente reformados optaram por essa situação e anteciparam as suas reformas, perdendo desta forma e até ao fim da vida uma percentagem muito significativa dos seus salários. Então expliquem-me: por que motivos regressariam essas pessoas às suas escolas para trabalho voluntário não remunerado, sabendo que fugiram precisamente desta situação que os nossos (i)responsáveis da e(in)ducação justamente criaram?
Até aqui tudo normal tendo em consideração todos os actos destas criaturas, no entanto tal realidade ainda se torna mais interessante e extremamente cómica se soubermos que o professor que regressar à sua escola para trabalho voluntário não remunerado é obrigado a apresentar um relatório final da sua actividade e será avaliado em função desse relatório.
Só uma explicação um caso evidente e comprovadíssimo de idiotia clínica.
Será que este país ainda existe, ou já acabou e ainda não nos apercebemos?
O inefável Secretário de Estado de Educação, (será que estamos a confundir com inducação) Valter Lemos, veio propor que os professores reformados regressassem às escolas para realizar trabalho voluntário não remunerado! Surgiu esta notícia em todos os jornais. Para além do interesse e da originalidade desta ideia visto que como todos sabemos, a grande maioria de professores recentemente reformados optaram por essa situação e anteciparam as suas reformas, perdendo desta forma e até ao fim da vida uma percentagem muito significativa dos seus salários. Então expliquem-me: por que motivos regressariam essas pessoas às suas escolas para trabalho voluntário não remunerado, sabendo que fugiram precisamente desta situação que os nossos (i)responsáveis da e(in)ducação justamente criaram?
Até aqui tudo normal tendo em consideração todos os actos destas criaturas, no entanto tal realidade ainda se torna mais interessante e extremamente cómica se soubermos que o professor que regressar à sua escola para trabalho voluntário não remunerado é obrigado a apresentar um relatório final da sua actividade e será avaliado em função desse relatório.
Só uma explicação um caso evidente e comprovadíssimo de idiotia clínica.
Será que este país ainda existe, ou já acabou e ainda não nos apercebemos?
A saúde em Portugal. As camas nos corredores dos Hospitais públicos.

Todos os portugueses conhecem as situações de hospitais públicos cheias de camas de doentes que permanecem durante dias, semanas e meses nos corredores dos hospitais.Soube há pouco tempo que num hospital de Portugal, esse problema foi resolvido. Como? Um familiar de um administrador hospitalar foi internado e posto num corredor. Quando o seu importante familiar descobriu tal situação, finalmente autorizou o internamento dos doentes dos corredores das enfermarias cheias em enfermarias vazias. Conclusão é preciso que doa às pessoas importantes para que os problemas sejam resolvidos.
A saúde em Portugal. É ridículo.
A saúde em Portugal. As listas de espera.
As listas de espera significam que o doente morre antes de ser submetido à intervenção médica de que necessita. Só se salva quer tiver a preciosa “cunha”, ou seja, conhecimentos, ou ainda o necessário dinheiro.
A saúde em Portugal e o INEM.

Em Portugal estão a ser encerrados centros de saúde. Muitos deles são o único recurso de populações pobres e populações de interior de Portugal. Para resolver o problema da ausência destes centros de saúde criou-se o INEM, com poucas ambulâncias. Estas demoram horas a chegar ao destino. Para toda a zona de Trás dos Montes só existe uma única ambulância para centenas de milhares de pessoas. Toda a população portuguesa assistiu espantada a uma chamada telefónica entre uma incompetente operadora do INEM e o único bombeiro presente no seu quartel de bombeiros; não nos chegou a notícia que essa senhora tenha sido despedida pelos seus disparates, vindo posteriormente o responsável governamental dizer que: afinal nada de grave tinha acontecido e todos os procedimentos foram seguidos correctamente!
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